terça-feira, 5 de outubro de 2010

Arco de crina


Minha Felicidade é uma rosa branca coberta de espinhos sobre a margem tristonha de um perfume distante...
Esquecida talvez, das riquezas o mundo, metidas num silencio profundo...
De todas esquecida: Dos homens e dos céus, dos anjos e da vida.
Sou a pequena poetisa em destino, que corre como outros poetas fugindo da dor, que nos tornam mendigos de um carinho...
Busco minha alegria de um simples soar singelo... que numa noite surgiu tão linda e os meus olhos há se abrir e com a sinfonia me fez chorar...
belo, perfeito e exuberante, faz meu coração palpitar...
Coração carente que me faz suspirar profundamente e me faz sonhar quiméricos imensos de amor, divinos e prósperos...
Se pudesse escolher um dia, por certo escolheria, que no tempo existisse ultimamente um dia; O dia em que meu formoso e doce olhar lhe ver...
Como um milagre feliz do nosso grande destino, que faria imortalizar o enigma do mistério.
O mundo é mesmo obstáculos...
esperanças e esperanças...
não posso ser a poetisa decente e nem sempre na moda, porque a minha vida é mesmo uma existência, desmerece-me a toda; Rebeldes amores que o vento leva, leva-os de nos...
Será mesmo esse o grato momento?
Eterna magoa depois; A felicidade é como tempestades de vento que passam deixando a realidade.
Hei de ser sempre essa prudente escrava do timbre agudo, enquanto o belo instrumento não deixar de ser mágicos de sonhos tão luzentes...
São lembranças que me invadem, eu já não sei se me esqueço que ainda mais nela penso, até morrer de saudades, dos lindos sons, brilhantes notas, que delas me tornei prisioneira.

Misterio das lagrimas


Cada gota derramada é uma queda ao cristal...
Cada gota ao cristal é uma queda nas mãos divinas,
Gota nas mãos divinas uma chuva a cair...
Chuva a cair, uma queda no chão
Cada queda no chão um rastejo pelo asfalto
Asfalto que ES duro banhado por chuva
Chuva de lagrimas que corre grandes quantidades...
Quantidades de gritos soltos no alem
Do alem do mistério e segredos não descobertos
Fontes transparentes que passam por barreiras pertinentes
São soltos os mares enigmáticos de mistérios inexplicáveis
São lagrimas de olhares singelos e arrependidos
São sons de laringe a solta pela noite tenebrosa
ES de revoltas e benevolências que surgem as gotas impostas
Impostas de quedas misteriosas
Tudo quanto a razão não pode explicar ou compreender
Vem e vão, mergulham e se afogam
Na profundidade de ilusão...

Menina

Menina iludida, criatura confusa
Sofre caladamente em tremenda ternura...
Menina tristonha de face macia pele de seda doutrina artística
Derrubada pelas lagrimas de sangue ES condenada pelo amor constante
Amor de juventude de extrema ilusão...
Menina mais que saudades tinha das tão doces realizações...
Criaturinha jovenzinha pobre garotinha...
Sonhadora de momentos mágicos...
Do ameno da voz do caro amado, que perdeu num vento assoprado...
Lagrimas de socorro clamados por medo
Medo de se aprofundar em um coração partido para sempre...
Sempre para que nunca se cicatrizasse deixando marcas de esperanças...
Esperanças de romanesca que nunca morre....
romanesca sonhadora que ES menina fugida...
Que corre como os ventos da tão trágica dor
Dor de sentimento causada pelo verbo intransitivo que ES amor...

Duração


A vida nos mostra aos poucos e aos poucos a conhecemos...
Degustamos de vários obstáculos e de cada um uma estrada que passa que cai que ganhamos e perdemos... Temos que saber nos valorizar e nos amar saber ganhar nos momentos certo entender ha perca e assim vivenciar...
A Vida nos torna presentes, pois é cheia de supressas...
A vida nos realiza milagres divinos e misteriosos...
A vida nos ensina amar e agir...
A vida nos faz ser fortes e grandes...
O mundo não só gira em torno de nos, pois nos giramos em torno dele
A luz não brilha apenas para uma palavra que diz Eu e sim todos
A luz irradia e nos tornam iluminosos e prudentes em todo ser
O relógio bate a hora passa os minutos voam e os segundos fogem rapidamente...
Cada tempo tem seu tempo todo tempo tem seu momento...
Os botões se tornam rosa e as rosas se tornam esplêndida encantadoras até murchar
O esperma se toma bebe um bebe se torna adulto
Um idoso se torna pó e o mundo sempre nos diz o futuro
Toda gente é prudente todo ser é diferente
Cada aboio esclarecido uma historia pertinente ou inocente...
Cada toque tem um impulso cada impulso um esforço
Maciez de pele de seda uma fibra amável de valor
Uma gota de chuva um rio tenebroso uma cor sombria um canto horroroso
Mundo que nos torna um presente que nos abre a mente que nos faz inteligente...
ES mundo de momento em que vivemos hoje no presente...

Minha boneca de seda

Presente divino, boneca de seda, sons na laringe escaldante ES teu ser...
Encantadora de sorrisos constantes de olhar edificantes tu ES de feições perfeita a meu ver...
Com Gritos agudos choras e implora, olhar singelos de doce duração
tu corres em minha veia e faz meu coração sobressaltar há tona Estremecer
Sou digna de te amar e de líquidos vermelho somos uma só de sede suposta da sensibilidade...
Minha bonequinha, minha ternura divina...
De teu rosto saem gotas do líquido segregado pelas glândulas lacrimais
De teu sorriso manifesta um sentimento de benevolência
De teu carinho há meiguice de um anjinho
Voe livremente pela noite estrelada, sinta o vento em tua pele macia...
Corre rapidamente pelo jardim florido com pétalas de rosas sobre ti...
Tu ES livre para sonhar e sentir o poder da imaginação...
Quero ver em teu olhar manifestações de alegria e felicidades exuberantes
Quero ver a nobre boneca de seda virar princesa
Quero ver a nobre princesa virar rainha
Ver a rainha brilhar e irradiar a luz
Luz que irradiará todas as direções...
Minha pobre bonequinha, meu brilho luzente...

Ameno

Leva-me
Leve-me para bem longe
longe para que nunca mais apareça
Para que eu possa sumi do mundo e nunca mais vê-lo

Leve-me
Leve-me para o mundo mágico
Mágico de esperanças que nunca morrem
Onde o amor é para sempre e estridente

Leve-me
Leve-me desse tormento
Que me perturba cada vez em que te vejo
Que me suplica lagrimas de choro e dor

Leve-me
Leve-me daqui para sempre
Me de asas e me ensina a voar
Me leve pro céu e me chame de sinfonia da apopeia do amor

Leve-me
Leve-me junto com o soar
Soar de paixão tremenda
De crina e de cordas de amor extrema que faz meu coração sobressaltar

Leve-me
Leve-me para todo o tempo
Para o vale de espíritos perfumados
Para o mundo que me invade que es imaginário...


Procissão


Seu manto azul ao balancear
Nas arvores do jardim a dançar
Com sapatilhas de princesa a bailar
anjo que vem iluminar
Escondida através de flores
Encolhida através de sonhos
Me encontra todas as noites
ao fechar os olhos e viajar...
Siga-me ao todo sempre
Ao meu lado estridente
Com seus pares de laços a rodopiar
traga-me o constante ao deitar
Seja bela como sempre
com teu sorriso caliente
com teus passos de magias correntes
fortes ao mandar...
Céus de lucidez tremenda
chama de fogo ardente eficaz
nobre lauviah que em mente me seduz
Será tu aquela luz no fundo?
Das sapatilhas ao luar
Trono com pedras preciosas
de luz iluminosa,
estou caminhando para ti...
Mundo de caminho dos meus passos a prosseguir...
Noite que me traga paz
sonhos que me dão avisos
magias, sonhos e ilusões
sempre estão comigo...


As Gotas de infortúnio



O mundo não é só de coisas belas
O mundo também há ilusões
há crianças sofridas que são agredidas
Vejo faces que só há tristeza pois o contentamento já se foi em vão...
Isso deixa minha inocência frustrada
Essas rebeliões trágicas, esses choros de implorações...
Eu vejo desastre em olhar de crianças...
Eu sinto dor penosa em vossos corações...
Malditos importunos sem lagrimas...
Malditos seres cruéis perversos e espiões
Anjos caídos sem sentimentos grandiosos
Chega de tanto sangue de tantas lagrimas e implorações
Chega de tanto Socorro, chega de tanto ódio
Um coração sem paz é um coração depravado
Um olhar sem sentimento é um olhar nocivo
Se ensina amar-te complexamente ...
A coisas ruins não podem ser para sempre...
Pois um coração bom muda muito...

Alma



Vivi no escuro por muito tempo...
Vivi no recanto sem luz por um momento...
Me perdi na tinta das sombras das almas dos mortos...
Mergulhei na canção interior como uma arma de fogo me torturando...
Minha alma já estava morta destinada ao suplício subterrâneo se tolerando
Eu já não sabia o que estava fazendo o que sentia o que via...
Aquelas vozes de cantos insignificante que eu amava e fluía...
Aqueles calafrios no corpo sombrio e lastimoso...
Trancada pelas ilusões tolas, por amores pasmado e visão de imprudência gelada...
Arco de crina que me lava a perder a razão da vida real implicada
Aferição pérsicas das epopéias do amor complicadas...
Alma perdida vivida de sonhos e esperanças divinas...
Sensível em busca de reassumir novamente...
Tenho sede suposta da sensibilidade moral evidente...
trincando puramente
No ilimitado onde se movem os astros
sem espantosa perturbação
de medos afogados nos sofrimentos
da imortalização...

Mistério

A seda macia que um dia eu toquei já não existe mais...
Amargura que corre em minhas veias é átona...
A estreiteza que mora com a carência é tristonha...
Diferente eu me tornei, para teus olhos pasmos me ver...
Eu só prefixei você, com autêntica eficaz em meu ser...
Urrar sons de maneiras graves, me lembra o timbre de sua voz crase
Tão distante de mim, mais tão perto sempre esta...
Eu já não sei o que dizer, porque nunca me ouve de verdade
Aquela menina cresceu e hoje ela sou eu e com sensibilidade amadureceu...
Com toque de extrema paixão o talento Deus me ergueu
Reflito toda noite há olhar estrelas o que sinto e o que vivo
É deslumbrante como o mundo ES cheio de mistérios que surgem e deixa surpresas...
Sinto falta dos teus sorrisos da sua doce voz mansa...
Porque ES tão ríspido e tão amargo?
Deixe-me tocar em teu coração, deixe-me te mostrar o que é a paz
siga-me e mostrarei o que tu ES realmente...
Anjo gerador... Sei que ES tão doce quanto penso que tu ES...
Misterioso desconhecido e explicável...
deixe-me te amar e juntos caminhar no jardim de floração...