Minha Felicidade é uma rosa branca coberta de espinhos sobre a margem tristonha de um perfume distante...
Esquecida talvez, das riquezas o mundo, metidas num silencio profundo...
De todas esquecida: Dos homens e dos céus, dos anjos e da vida.
Sou a pequena poetisa em destino, que corre como outros poetas fugindo da dor, que nos tornam mendigos de um carinho...
Busco minha alegria de um simples soar singelo... que numa noite surgiu tão linda e os meus olhos há se abrir e com a sinfonia me fez chorar...
belo, perfeito e exuberante, faz meu coração palpitar...
Coração carente que me faz suspirar profundamente e me faz sonhar quiméricos imensos de amor, divinos e prósperos...
Se pudesse escolher um dia, por certo escolheria, que no tempo existisse ultimamente um dia; O dia em que meu formoso e doce olhar lhe ver...
Como um milagre feliz do nosso grande destino, que faria imortalizar o enigma do mistério.
O mundo é mesmo obstáculos...
esperanças e esperanças...
não posso ser a poetisa decente e nem sempre na moda, porque a minha vida é mesmo uma existência, desmerece-me a toda; Rebeldes amores que o vento leva, leva-os de nos...
Será mesmo esse o grato momento?
Eterna magoa depois; A felicidade é como tempestades de vento que passam deixando a realidade.
Hei de ser sempre essa prudente escrava do timbre agudo, enquanto o belo instrumento não deixar de ser mágicos de sonhos tão luzentes...
São lembranças que me invadem, eu já não sei se me esqueço que ainda mais nela penso, até morrer de saudades, dos lindos sons, brilhantes notas, que delas me tornei prisioneira.
Esquecida talvez, das riquezas o mundo, metidas num silencio profundo...
De todas esquecida: Dos homens e dos céus, dos anjos e da vida.
Sou a pequena poetisa em destino, que corre como outros poetas fugindo da dor, que nos tornam mendigos de um carinho...
Busco minha alegria de um simples soar singelo... que numa noite surgiu tão linda e os meus olhos há se abrir e com a sinfonia me fez chorar...
belo, perfeito e exuberante, faz meu coração palpitar...
Coração carente que me faz suspirar profundamente e me faz sonhar quiméricos imensos de amor, divinos e prósperos...
Se pudesse escolher um dia, por certo escolheria, que no tempo existisse ultimamente um dia; O dia em que meu formoso e doce olhar lhe ver...
Como um milagre feliz do nosso grande destino, que faria imortalizar o enigma do mistério.
O mundo é mesmo obstáculos...
esperanças e esperanças...
não posso ser a poetisa decente e nem sempre na moda, porque a minha vida é mesmo uma existência, desmerece-me a toda; Rebeldes amores que o vento leva, leva-os de nos...
Será mesmo esse o grato momento?
Eterna magoa depois; A felicidade é como tempestades de vento que passam deixando a realidade.
Hei de ser sempre essa prudente escrava do timbre agudo, enquanto o belo instrumento não deixar de ser mágicos de sonhos tão luzentes...
São lembranças que me invadem, eu já não sei se me esqueço que ainda mais nela penso, até morrer de saudades, dos lindos sons, brilhantes notas, que delas me tornei prisioneira.

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