Vivi no escuro por muito tempo...
Vivi no recanto sem luz por um momento...
Me perdi na tinta das sombras das almas dos mortos...
Mergulhei na canção interior como uma arma de fogo me torturando...
Minha alma já estava morta destinada ao suplício subterrâneo se tolerando
Eu já não sabia o que estava fazendo o que sentia o que via...
Aquelas vozes de cantos insignificante que eu amava e fluía...
Aqueles calafrios no corpo sombrio e lastimoso...
Trancada pelas ilusões tolas, por amores pasmado e visão de imprudência gelada...
Arco de crina que me lava a perder a razão da vida real implicada
Aferição pérsicas das epopéias do amor complicadas...
Alma perdida vivida de sonhos e esperanças divinas...
Sensível em busca de reassumir novamente...
Tenho sede suposta da sensibilidade moral evidente...
trincando puramente
No ilimitado onde se movem os astros
sem espantosa perturbação
de medos afogados nos sofrimentos
da imortalização...
Vivi no recanto sem luz por um momento...
Me perdi na tinta das sombras das almas dos mortos...
Mergulhei na canção interior como uma arma de fogo me torturando...
Minha alma já estava morta destinada ao suplício subterrâneo se tolerando
Eu já não sabia o que estava fazendo o que sentia o que via...
Aquelas vozes de cantos insignificante que eu amava e fluía...
Aqueles calafrios no corpo sombrio e lastimoso...
Trancada pelas ilusões tolas, por amores pasmado e visão de imprudência gelada...
Arco de crina que me lava a perder a razão da vida real implicada
Aferição pérsicas das epopéias do amor complicadas...
Alma perdida vivida de sonhos e esperanças divinas...
Sensível em busca de reassumir novamente...
Tenho sede suposta da sensibilidade moral evidente...
trincando puramente
No ilimitado onde se movem os astros
sem espantosa perturbação
de medos afogados nos sofrimentos
da imortalização...

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